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Benefícios do exercício físico na insuficiência cardíaca descompensada: uma revisão sistemática da literatura

Autor: Marlene de Fátima Gomes Fernandes Martins

Esta revisão sistemática da literatura aborda a temática do exercício físico em doentes com insuficiência cardíaca descompensada, definindo os benefícios que este exerce sobre a capacidade funcional, qualidade de vida, função cognitiva e taxas de reinternamento e mortalidade. Pergunta de Investigação: “Quais os benefícios do exercício físico em doentes com insuficiência cardíaca descompensada?” Objetivos: identificar os benefícios da prática de exercício físico em doentes com insuficiência cardíaca descompensada e caracterizar os benefícios do exercício físico em doentes com Insuficiência Cardíaca Descompensada (ICD). Metodologia: revisão sistemática da literatura, fazendo uso da estratégia PICO. Foi usada a base de dados Medline, através do site Pubmed. Como critérios de inclusão: artigos publicados entre 2008 e 2018, redigidos em português e inglês, e cujos estudos apresentassem grupo de controlo e resultados. Resultados: identificados 471 artigos, mas após a aplicação dos critérios de inclusão / exclusão, 1 artigo acabou por ser incluído. Conclusões: o exercício físico orientado com recurso a treinos de endurance e de resistência com base em repetições, melhora a capacidade funcional, as funções cardíaca e cognitiva e aumenta o índice de qualidade de vida. As taxas de mortalidade e de reinternamento também sofreram uma diminuição, com consequente decréscimo nos custos com estes doentes.

http://hdl.handle.net/10198/19676

Reabilitação funcional do membro superior em doentes pós AVC: revisão sistemática da literatura

Autor: Ana Soraia Pinho Lopes

A mortalidade por Acidente Vascular Cerebral (AVC), em Portugal, continua ainda acima da média dos países ocidentais da União Europeia, mesmo tendo vindo a diminuir nas últimas décadas. Sendo considerado um problema de saúde pública em Portugal, com fatores de risco vascular desiguais, o risco individual de acontecer um AVC é aumentado. Uma das consequências mais frequentes após AVC é o comprometimento da função motora do membro superior, incapacitando o doente para a realização das Atividades Vida Diárias. Posto isto, e dado o impacto negativo que o AVC tem na vida do doente e da sua família, pretende-se responder à seguinte questão de investigação: “Quais os benefícios da Reabilitação Funcional do membro superior de pessoas que sofreram AVC?” Objetivo: – Rever e resumir sistematicamente a literatura atual disponível sobre variáveis prognósticas relacionadas à recuperação do membro superior após acidente vascular cerebral; – Identificar benefícios das intervenções de reabilitação funcional no membro superior em doente após AVC. Metodologia: Revisão sistemática da literatura com consulta de bases de dados científicos através da EBSCO. O universo de estudos extraídos foi 1412, dos quais 1396 foram excluídos por não respeitarem os critérios de inclusão, nomeadamente, por não serem relativos à reabilitação funcional, por serem revisões de literatura, ou encontravam-se duplamente publicados. Ficaram para a análise 16 estudos, dos quais 4 foram excluídos por não cumprirem o espaço temporal pretendido, 2 não estavam disponíveis em texto integral. Sendo que para esta revisão foram analisados integralmente 10 artigos. Resultados: Existiu uma melhoria positiva nas avaliações, após acompanhamento das terapias aplicadas, pelos investigadores nos diferentes estudos revistos. Os resultados sugerem que a utilização de dispositivo eletromecânico é uma importante ferramenta auxiliar para ajudar no programa convencional de reabilitação, especialmente a nível articular. A reabilitação funcional, exerce um papel importante na recuperação da coordenação. Programas de reabilitação mais compactos e intensos, como Treino Específico para Tarefas Significativas (“MTST”) E Terapia de movimento induzida por restrição (“CIMT”), aumentam a recuperação motora e diminuem a espasticidade. Assim como, a combinação da Reabilitação Funcional (R.F.). com a terapia física e ocupacional, é mais eficaz. Concluiu-se que a associação da R.F. com a estimulação do nervo vago, é segura e viável. Por outro lado, a diminuição de atividade e força, aumenta a espasticidade. Conclusão: A reabilitação funcional tem benefícios para o doente, visto que diminui a incapacidade, previne complicações, estimula a capacidade de socialização do individuo. Conclui-se que a espasticidade do membro, a falta de atividade, a falta de coordenação, são variáveis que interferem na recuperação da funcionalidade do membro superior após AVC.

http://hdl.handle.net/10198/19675

Efeitos da realidade virtual na reabilitação da pessoa após acidente vascular cerebral: Revisão sistemática da literatura

Autor: Ana Sofia Sousa Nascimento

Introdução: O Acidente Vascular Cerebral (AVC) constituiu-se como um distúrbio neurológico que resulta em incapacidades e se associa a um grande impacto na qualidade de vida dos sobreviventes e seus familiares. Os programas de reabilitação, com intervenção diferenciada do enfermeiro especialista, têm vindo a ser cada vez mais Continuar a ler

O impacto de programas de reabilitação na readaptação funcional de pessoas com limitações funcionais: Uma revisão sistemática da literatura

Autor: João Miguel Barros Costa

Readaptação funcional define-se como o processo de reaquisição da capacidade para desempenhar determinada tarefa ou atividade de forma considerada satisfatória e em benefício de se manter operacional e de lidar com as necessidades individuais básicas, mesmo sendo com recurso a equipamentos adaptativos, após um evento ou condição que Continuar a ler

Propriedades métricas da Oxford Knee Score em pessoas com osteoartrite após artroplastia do joelho: revisão sistemática da literatura

Autor: Maria Adelaide Conceição Martins Silva Xavier; Ana Sofia Carvalho Da Guia; Carla Sofia Mota Ascenso; Joana Isabel Pissarra Preto; Luís Manuel Mota De Sousa

Revista Portuguesa de Enfermagem de Reabilitação

Objetivo: Avaliar as propriedades métricas da Oxford Knee Score aplicada em pessoas com osteoartrite após artroplastia do joelho. Método: Revisão sistemática da literatura. Recorreu-se à plataforma EBSCOhost que permitiu aceder à base de dados MEDLINE e LILACS e plataforma SCiELO. Os descritores foram validados nas plataformas DeCS e Continuar a ler

Classificação Internacional de Funcionalidade, incapacidade e saúde para acidente vascular cerebral

Autor: Liliana Cristina Amara Relhas; Ricardo Filipe Pereira Ramos; Ana Cristina Lopes Figueiredo; Ana Isabel Gouveia da Silva Braga; Helena Castelão Figueira Carlos Pestana; Luís Manuel Mota Sousa

Revista Portuguesa de Enfermagem de Reabilitação

Contexto: O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é uma das doenças com maior prevalência a nível mundial, com impacto na funcionalidade das pessoas sobreviventes. Objetivo: identificar o Score Set da Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) para pessoas após AVC. Material e Métodos: A pergunta de investigação, foi Continuar a ler

Escala Eating Assessment Tool 10 na pessoa com acidente vascular cerebral

Autor: Juan Luis Pozo Rosado; Ana Alexandra Simões Ribeiro Gomes; Ana Catarina de Almeida Borlindo de Paula; Ana Sofia Levita Antunes; Luís Manuel Mota de Sousa

Revista Portuguesa de Enfermagem de Reabilitação

Introdução: Com o Acidente Vascular Cerebral, surgem com frequência alterações da deglutição. O Eating Assessment Tool-10 é um instrumento que permite detetar precocemente a disfagia e a resposta ao tratamento. Objetivo: Avaliar as propriedades métricas do Eating Assessment Tool-10 na pessoa com Acidente Vascular Cerebral com Continuar a ler

Functional rehabilitation of the upper limb in women with mastectomies: systematic review of the literature

Autor: Rosa Martins; Aurora Sequeira; Ana Andrade; Helena Moreira; Carlos Albuquerque; Conceição Martins

Revista Atención Primaria

Resumo Enquadramento: O cancro da mama, constitui uma patologia altamente lesiva para a mulher com consequências emocionais e psicológicas que podem afetar a sua qualidade de vida. As intervenções precoces e estruturadas da enfermagem de reabilitação, podem ser fundamentais na recuperação funcional do membro superior e Continuar a ler

Timed up and go test na pessoa com acidente vascular cerebral na comunidade

Heidi De Jesus Faísca Salvado; Sónia Cristina Ferreira Raposo; Ana Isabel Carneiro;
Patrícia Maria Silva Fonseca; Luís Manuel Mota Sousa

Revista Portuguesa de Enfermagem de Reabilitação

Introdução: O Acidente Vascular Cerebral é a primeira causa de incapacidade adquirida no adulto, provocando alterações no padrão de marcha normal. A utilização de instrumentos de avaliação, de fácil aplicação, válidos, fiáveis e responsivos é imperativo. Objetivo: Avaliar as propriedades métricas do Timed Up and go Test na pessoa com Continuar a ler

Revisões da literatura científica: Tipos, métodos e aplicações em enfermagem

Autor: Luís Manuel Mota De Sousa; Cristiana Furtado Firmino; Cristina Maria Alves Marques-Vieira; Sandy Silva Pedro Severino; Helena Castelão Figueira Carlos Pestana

Revista Portuguesa de Enfermagem de Reabilitação

Introdução: O interesse da Enfermagem pela metodologia de revisões da literatura tem vindo a aumentar, constituindo-se métodos que permitem uma prática baseada na evidência científica. Objetivo: Caracterizar os diferentes tipos de revisões da literatura e descrever etapas principais de uma revisão sistemática da literatura. Material e métodos: Continuar a ler

Efeitos da mobilização precoce na reabilitação funcional em doentes críticos: uma revisão sistemática

Autor: Paulo Manuel Dias da Silva Azevedo; Bárbara Pereira Gomes

Contexto: A mobilização precoce vem sendo considerada uma intervenção capaz de modificar factores de risco de morbilidade, com impacto na reabilitação funcional em doentes críticos.
Objetivo: Determinar os efeitos da mobilização precoce na reabilitação funcional de Continuar a ler

Capacidade de marcha após fractura do colo do fémur – revisão sistemática de literatura

Autor: Cristina Rosa Soares Lavareda Baixinho

Revista de Enfermagem Referência

Com a finalidade de identificar estudos primários cujo objecto de estudo (único ou entre vários) fosse as dificuldades na marcha das pessoas idosas no regresso a casa após fractura do colo do fémur, efectuou-se uma Revisão Sistemática de Literatura (RSL), sem meta-síntese e sem metanálise. Continuar a ler

Avaliação clínica não-invasiva de disfagia no AVC – Revisão sistemática

Autor: Anabela Tavares Cardoso; José Miguel Capela Raínho; Patrícia Cristina Mouro Quitério; Vítor Cruz; Aldiro Manuel Oliveira Magano; Manuela Castro

Revista de Enfermagem Referência

Em Portugal, o AVC é considerado a principal causa de morte, bem como de incapacidade associada às sequelas cognitivas e motoras. A incidência de disfagia varia entre 22 – 65% dos doentes (Ramsey, Smithard e Kalra, 2003). Estudos revelam que 30 – 40% dos idosos institucionalizados apresentam disfagia, que se traduz numa alta incidência de complicações por aspiração (World Gastroenterology Organization, 2004). Continuar a ler

Exercício físico após AVC

Autor: Patrícia Susana Martins Antão

A presente investigação aborda a temática do exercício físico pós AVC, sendo definidos os benefícios que proporciona a sobreviventes na sua reabilitação, realçando ainda a sua importância como agente preventivo desta patologia. Para a sua concretização foi definida a pergunta de partida: “Quais os benefícios do exercício físico em sobreviventes Continuar a ler

Tecnologias educativas destinadas à pessoa com dependência e/ou familiar cuidador: uma revisão sistemática da literatura

Autor: Sérgio Pedro Magalhães

O panorama científico atual aponta para uma crescente utilização de plataformas educativas com vista a educação para a saúde tendo como alvo a pessoa dependente no autocuidado bem como o próprio familiar cuidador. A procura crescente de informação na World Wide Web justifica a necessidade da disponibilização de informação credível, Continuar a ler