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Impacto da promoção do autocuidado nos idosos

Autor: Hugo Flávio dos Santos Borges

Introdução: Com o aumento da esperança de vida e consequente envelhecimento, surgem como consequência o aumento das limitações funcionais ao nível do autocuidado. É preciso distinguir se ajudamos o idoso, ou se o prejudicamos ao substitui-lo nas suas tarefas. Nesse campo, só com base na avaliação de cada caso é possível auxiliar e reabilitar cada um deles de uma forma individualizada e adequada, consciencializandoos para a prática do autocuidado. Objetivo: Avaliar o impacto da promoção do autocuidado, pelos auxiliares de ação direta, na alimentação e higiene dos idosos. Metodologia: A metodologia aplicada foi quantitativa descritiva simples, de abordagem exploratória e longitudinal. A população englobou um total de noventa e quatro utentes, e a amostra obtida foi de quarenta indivíduos, nove do sexo masculino e trinta e um do sexo feminino, utilizando critérios de exclusão por intermédio da utilização da Escala de Barthel. As avaliações dos autocuidados foram realizadas através da aplicação da classificação CIFI em dois momentos distintos, com intervalo de tempo de três meses. Resultados: Os resultados demonstram que houve uma evolução positiva com o incentivo da prática do autocuidado por parte dos idosos, sendo que existiu uma diminuição da média final da primeira avaliação da CIFI (78,3) para a segunda (76,3). Mais especificamente, essa redução da média é mais acentuada nos parâmetros da alimentação, onde são bastante significativos os resultados obtidos. Nos restantes parâmetros, os resultados são mais dispersos. Conclusão: Após a intervenção junto dos auxiliares de ação direta, foi possível verificar que a amostra estudada evoluiu num sentido positivo, de uma forma visível, nas atividades de vida diária Comer e Beber, e também, embora menos relevante, na atividade de vida diária Lavar-se.

http://hdl.handle.net/10198/18262

Treino orientado para a tarefa em doentes com AVC. Um modelo de intervenção em reabilitação

Autor: Nuno Miguel Jesus Costa

A reabilitação tem como fim ajudar a pessoa com deficiência a alcançar a máxima independência a nível físico, cognitivo, emocional, comunicativo e social após um acidente vascular cerebral (AVC). O treino orientado para a tarefa (TOT) constitui um modelo utilizado e recomendado em reabilitação. Este modelo de intervenção assenta em alguns pressupostos fundamentais: alcançar objectivos funcionais através de intervenções orientadas para a realização de uma tarefa com significado para a pessoa, promover o desenvolvimento de respostas motoras relacionadas com tarefas quotidianas, de forma progressiva e desafiante, desenvolvendo a capacidade adaptativa da pessoa. Objectivo – Averiguar se existe evidência de melhoria nas actividades de vida diária (AVD) nos doentes com AVC utilizando o TOT. Metodologia – Revisão sistemática da literatura com consulta de bases de dados científicas através da EBSCO e pesquisa de referências cruzadas. Foram encontrados 67 artigos dos quais foram excluídos 45 após leitura do resumo e 17 após leitura integral do texto. Resultados – Foram selecionados 5 artigos para análise, 80% indicam uma melhoria da autonomia na realização das AVD com a utilização do TOT. Esta intervenção foi utilizada em diversas fases após o AVC, segundo a evidência, sugerindo um efeito positivo inclusive na fase crónica. Foram utilizadas diferentes componentes do TOT, nomeadamente treino de tarefas de AVD e treino em circuito. A nível dos instrumentos de avaliação das AVD foram utilizados diferentes escalas: Índice de Barthel e Índice de Barthel modificado, Medida de Independência Funcional, Escala de impacto do AVC versão 3.0 e a Nottingham Extended ADL Scale. Conclusão – Efectivamente o TOT tem um efeito positivo na promoção da autonomia nas AVD nos doentes com AVC. Constatou-se que existe uma concorrência no sentido positivo entre a melhoria no desempenho das AVD e a nível do equilíbrio. O TOT apresenta diferentes componentes com a respectiva especificidade de treino, não se centrando apenas nas AVD, ainda assim com efeito positivo nas mesmas. A utilização de diferentes patamares de progressão estimula claramente a capacidade adaptativa da pessoa e o feedback da evolução é imediato.

http://hdl.handle.net/10198/19563

Avaliação funcional da pessoa pós fratura do colo do fémur

Autor: Leonor Rodrigues Dias

As fraturas do colo do fémur, são um dos problemas músculo esqueléticos mais comuns na pessoa idosa, constituem um problema a nível mundial com consequências no sistema de cuidados de saúde e na pessoa individualmente e conduzem ao aumento da dependência da pessoa nas atividades de vida diária (AVDs). Continuar a ler

A pessoa com AVC, actividades de vida diária alteradas: cuidados de enfermagem de reabilitação

Autor: Cristina Alexandra Fernandes Rodrigues

Revista Nursing

Nursing. – Lisboa. – ISSN 0871-6196. – A. 20, nº 239 (Nov. 2008), p. 14-19

http://193.137.135.181/Opac/Pages/Search/Results.aspx?Database=10037_GERAL&SearchText=AUT=%22Rodrigues,%20Cristina%20Alexandra%20Fernandes%22

Pessoas com DPOC no domicílio, contributos de um programa de reabilitação respiratória

Autor: Adélia Clarisse Morais Ferreira

A Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) é uma das principais causas de morbilidade crónica, de perda de qualidade de vida e de mortalidade, estando previsto o seu aumento nas próximas décadas. O enfermeiro de reabilitação pode exercer um papel importante na prevenção, profilaxia e tratamento de complicações, orientando as suas Continuar a ler

A visita domiciliária para o treino do autocuidado: percepção da pessoa assistida a partir do serviço de neurocirurgia de um hospital central

Autor: João Pedro da Cunha Meireles

Tendo em vista a profissionalização do processo de preparação do regresso a casa da pessoa dependente, definimos um plano de intervenção com o objectivo de promover a continuidade de cuidados e evitar quebras no processo de reabilitação. Destacamos neste plano de acção a utilização pioneira da visita domiciliária como estratégia de Continuar a ler

Doença pulmonar obstrutiva crónica: contributo de um programa de reabilitação respiratória na qualidade de vida

Autor: Vânia Cristina Sousa Cardoso

A Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) é uma doença incapacitante e progressiva, caracterizada por limitação ao fluxo aéreo, podendo levar o doente à dependência física e psicológica. Quando limitado pela doença, o doente com DPOC torna-se dependente na realização das atividades de vida diária, o que indicia uma Continuar a ler

A intervenção do enfermeiro especialista em enfermagem de reabilitação na promoção da autonomia da pessoa com AVC na realização das atividades de vida

Autor: Inês Raquel da Silva Costa

O AVC assume-se como uma patologia associada a elevados níveis de morbilidade e mortalidade em todo o mundo e, em particular, em Portugal. São múltiplas as alterações decorrentes do AVC das quais se destacam as alterações da mobilidade que irão influenciar todas as dimensões de vida da pessoa com AVC e o seu sistema familiar. As Continuar a ler

A pessoa com artroplastia total da anca: atividades de vida diária e qualidade de vida

Autor: Jacinta Maria Pisco Alves Gomes

A perda da capacidade funcional, da pessoa com Artroplastia Total da Anca (ATA), para a realização das atividades básicas de vida diária (ABVD), influencia a participação ativa no meio sociofamiliar, com reflexos na sua qualidade de vida. Preocupadas com esta realidade, realizamos o presente estudo com o objetivo de: determinar o nível de Continuar a ler

Avaliação do impacto da fadiga nas atividades de vida diária em indivíduos com esclerose múltipla

Autor: Maria Teresa Quitério Azevedo

Introdução: A Fadiga é dos sintomas mais frequentes em doentes com Esclerose Múltipla e que pode ter impacto nas suas atividades de vida diária. Objetivos: Caracterizar os indivíduos com esclerose múltipla do ponto de vista sociodemográfico, clínico e relativamente à fadiga; relacionar a fadiga com a independência funcional em Continuar a ler

A importância do treino de atividade de vida diária face à qualidade de vida do idoso em situação de Acidente Vascular Cerebral

Autor: Paula Rodrigues

Este relatório surge no âmbito do Curso de Mestrado em Enfermagem de Reabilitação e pretende fazer uma descrição, análise e reflexão das atividades desenvolvidas e competências adquiridas ao longo do estágio II. Este estágio tem como finalidade, capacitar os enfermeiros com competências especializadas em enfermagem de Continuar a ler

A intervenção do Enfermeiro Especialista em Reabilitação na atividade básica de vida diária vestuário da pessoa com alterações da mobilidade decorrente de Acidente Vascular Cerebral

Autor: Catarina Alves

Tema: O enfermeiro especialista em reabilitação e as intervenções desenvolvidas com a pessoa com AVC, maximizando as suas capacidades funcionais, em particular na ABVD vestuário, tendo em vista a qualidade de vida, reintegração e participação social. Questão de investigação: “De que forma a intervenção do Enfermeiro Especialista em Continuar a ler

A intervenção do Enfermeiro de Reabilitação face à pessoa com alteração da deglutição, em situação de AVC, promotora da independência na atividade de vida comer e beber

Autor: Patrícia Martins

A alteração da deglutição (disfagia) surge com frequência na pessoa em situação de AVC. Esta condição, pode desencadear um nível de dependência na AV comer e beber, pelo que o Enfermeiro de Reabilitação deve atuar, com um conjunto de intervenções específicas, de modo a melhorar a funcionalidade da deglutição da pessoa com o objetivo Continuar a ler