Viver e Cuidar Após o Acidente Vascular Cerebral

Auor: Inês Filipa Guerra da Silva; Conceição Fernandes da Silva Neves; Ana Cláudia Gomes Vilela; Lília Marisa Dias Bastos; Marina Ivone Lamego Silva Henriques

Revista de Enfermagem Referência

Enquadramento: O acidente vascular cerebral (AVC) pode provocar alterações permanentes no paciente e no prestador de cuidados (PC) e consequentemente na qualidade de vida (QV).
Objetivos: Avaliar a perceção da QV dos prestadores de cuidados e dos pacientes com AVC internados na Unidade de Acidentes Vasculares Cerebrais do Centro Hospitalar do Baixo Vouga.
Metodologia: Estudo quantitativo, descritivo e transversal, com amostra não probabilística por conveniência.
Resultados: As variáveis sociodemográficas e clínicas influenciam a QV. Dois meses após o AVC, tanto os pacientes como os PC apresentam pior QV.
Conclusão: Ao compararmos a QV do paciente e do PC tanto no momento de internamento como na reavaliação aos 2 meses (após a alta) concluímos que ambos têm pior QV aos 2 meses após o AVC. Concluímos ainda que o PC apresenta melhor QV do que o paciente, no entanto a diferença não é estatisticamente significativa.

Silva, I. F. G. D., Neves, C. F. D. S., Vilela, A. C. G., Bastos, L. M. D., & Henriques, M. I. L. S. (2016). Viver e Cuidar Após o Acidente Vascular Cerebral. Revista de Enfermagem Referência, (8), 103-111.

http://dx.doi.org/10.12707/RIV15047

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