Autor: João Manuel Martins Oliveira
Introdução: A artroplastia total do joelho deve ser aplicada quando todas as outras técnicas convencionais falham ou não são suficientes. A prótese a aplicar depende da lesão e do estado do joelho, procurando-se sempre conservar o mais possível a arquitetura do joelho, preservando o osso. Por se tratar de uma patologia muito agressiva, devem ser tomadas todas as medidas terapêuticas para que a recuperação seja rápida e com sucesso. O sucesso da cirurgia é avaliado pela ausência de dor e recuperação funcional do joelho num curto espaço de tempo. O objetivo do trabalho é analisar quais os métodos de reabilitação funcional do joelho em casos de prótese total desta articulação. Metodologia: Foi efetuada uma pesquisa nas bibliotecas eletrónicas, mais especificamente na Pubmed e B-on, com os seguintes descritores, reabilitação funcional do joelho, prótese total do joelho, exercícios isométricos joelho, exercícios isotónicos joelho, mobilização contínua motora do joelho, exercícios de alongamento joelho, crioterapia joelho e hidroterapia foram obtidos 800 artigos e após leitura dos abstracts, e aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, restaram cinco, que incorporaram a análise final deste estudo. Resultados: Os resultados sugerem que os doentes que são submetidos a uma prótese total do joelho são considerados excelentes quando o doente consegue 90 O de flexão do joelho, referem também que o programa na resistência de treino de força muscular é um método eficaz para combater os deficits dos membros inferiores e a crioterapia resulta em alguns benefícios, nomeadamente na redução do edema e alívio da dor. Conclusão: Existem diversas metodologias terapêuticas e nenhuma delas é mais relevante do que outra, devendo estas ser aplicadas em conjunto, num protocolo de recuperação que engloba todos os meios disponíveis.