A utilização de instrumentos de avaliação funcional pelo enfermeiro especialista em Enfermagem de Reabilitação no planeamento de cuidados para a mobilidade

Autor: Ana Maria Massano

No âmbito do 1º Curso de Mestrado em Enfermagem de Reabilitação, na unidade curricular Estágio II e Relatório, no sentido de promover o desenvolvimento pessoal e profissional na área da especialização do conhecimento em enfermagem de reabilitação, desenvolveu-se um relatório com o intuito de visualizar o resultado da operacionalização da intervenção na prática clínica de enfermagem. Foram definidos os seguintes objectivos: – Demonstrar competências adequadas à prestação de cuidados específicos de enfermagem de reabilitação, à pessoa/família em situação de doença e/ou deficiência cerebrovascular, neurológica e neuro-traumatológica, visando a sua independência máxima; – Analisar e fundamentar a influência da utilização de instrumentos de avaliação funcional no planeamento de cuidados na AV Mobilidade, no adulto em processo de reabilitação, com recurso à revisão sistemática da literatura. No sentido de promover a reflexão na ação e sobre a ação, recorreu-se à prática baseada na evidência, suportada pela metodologia PI[C]O. A questão pela qual se realizou a reflexão, foi: A utilização de instrumentos de avaliação funcional pelo enfermeiro especialista de reabilitação melhora o planeamento de cuidados na AV Mobilidade, no adulto em programa de reabilitação? Demonstrou-se como o enfermeiro de reabilitação, através do desenvolvimento das suas competências, proporciona uma melhor avaliação das necessidades da pessoa com um melhor planeamento de cuidados na AV mobilidade, através da utilização/aplicação de instrumentos de avaliação funcional. A utilização de instrumentos de avaliação funcional traz benefícios para as pessoas com doenças neurológicas motoras, principalmente para as pessoas com sequelas de AVC e TCE, bem como nas pessoas amputadas do membro inferior. Os benefícios refletemse a vários níveis: físico e psicológico. Assim sendo, concluí-se com base na evidência, que a utilização desta abordagem pode melhorar o nível de independência nas AV e contribuir para a preparação da alta do adulto dependente.

http://hdl.handle.net/10400.15/1258

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